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        Cupim de Solo


           Quinze metros de circunferência e quase 8 metros de altura: este pode ser o tamanho de um ninho de cupim africano, com todas as suas torres e picos.  Por dentro ele é confortável, com ventilação temperatura e umidade cuidadosamente controladas.  Nem todos os cupins moram em casas tão espetaculares. Alguns fazem ninhos nos galhos das árvores. Outros cavam túneis nos troncos das árvores e  debaixo da terra.
           A maioria das espécies desta praga vive nos trópicos, mas há algumas delas nas áreas temperadas da Europa e dos Estados Unidos.  Todos os cupins comem madeira, digerindo a celulose ás custas de um flagelado que vive em simbiose no seu aparelho digestivo. Eles estão entre os piores inimigos das construções de madeira. Os cupins vive em colônias que podem conter milhares de indivíduos.
           Os cupins são animais da ordem Isoptera e, como indicam os registros fósseis, estes animais habitam o nosso planeta há pelo menos 250 milhões de anos. São representados por 3000 espécies de cupins no mundo, 290 registradas no Brasil, e somente 4 destas potencialmente pragas sinantrópicas, ou seja, vivendo próximas de moradias humanas. 
           São insetos de organização social com papel importante como decompositores, reciclando matéria orgânica e aerando o solo quando constroem galerias. Alguns cupins, no entanto, pelo hábito de comer madeira e se alimentarem das raízes das plantas de interesse do homem, podem causar problemas na produtividade das plantações e nas construções civis. Estas pragas são popularmente conhecidos por siriris ou aleluias.



c_subterraneo     Cupim de solo

     Ordem: Isoptera
     Família: Rhinotermitidae 
                                   Nome vulgar: Cupim subterrâneo ou Cupim de solo



           Cupim de solo

           Os cupins são chamados de térmitas, formigas brancas siriris ou aleluias. Os cupins de solo são os coptotermes haviland . Os ninhos são subterrâneos, constituídos em lugares escuros e de ma ventilação. Não necessitam de contato direto com o solo, desde que haja fonte de alimento necessária para o seu desenvolvimento. Os cupins são pragas sensíveis a luz e ao ambiente, fazendo com que o consumo das peças seja de dentro para fora. Por tudo isso, os ataques geralmente são percebidos tarde demais, quando os cupins já fizeram alguns estragos.

 

           Alem disso, quando esses cupins encontram fonte de alimentos, eles avisam seus companheiros através de um feromônio, induzindo os outros atacarem essa área.É bem complicado eliminar cupins, já que não e fácil encontrar o ninho central com o par de reprodutores primários.

           A fonte alimentar básica dos cupins são materiais celulósicos sob diferentes formas: madeira viva ou morta ( em diferentes estágios de decomposição); gramíneas, raízes, fezes de herbívoros, sementes, húmus, etc.

          Uma colônia madura produz alados que serão os futuros reis e rainhas, fundadores de novas colônias após as revoadas.

          Os ninhos são solidas construções em tabiques, colunas e camaras, que proporcionam isolamento térmico e umidade, alem de promover a circulação do ar.


          Existem alguns sinais importantes da presença de cupim
:

  • Revoadas que ocorrem quando as colônias de cupins liberam as aleluias (cupins com asas), com função reprodutiva, que irão formar novas colônias. A revoada geralmente ocorre nas tardes quentes, quando se formam nuvens de cupins ao redor de pontos luminosos;
  • Túneis nas estruturas;
  • Grânulos (fezes de cupins) próximo aos móveis e portas;
  • Pequenos orifícios circulares por onde o cupim elimina os grânulos fecais e por onde podem sair as aleluias.

 

            Prejuízos econômicos

            Os cupins de solo são os que causam os maiores prejuízos, contruindo canais e atravessando paredes de tijolo, concreto, etc. São capazes de alcançar e danificar pecas a dezenas de metros de distancia. São pragas tão vorazes que, em uma semana consomem um livro. Uma vez instalados, atacam moveis, livros, roupas, assoalhos, provocam desabamento de forros/telhados  e se alimentam apenas de madeira e celulose.

            Portanto é importante tratar uma estrutura para acabar com os cupins, não apenas pelos prejuízos econômicos, mas pela segurança física das pessoas.


            Controle

            E necessário erguer  a barreira química em todo o perímetro infestado, com furos a cada 30 cm com a profundidade de 30cm ou fazer o tratamento através da utilização de iscas. Deve-se tratar os caixões perdidos, vãos de dilatação, moveis e rede elétrica (com pó seco).

Medidas preventivas

Algumas medidas preventivas são muito importantes para evitar-se a infestação por cupim:

·        Usar madeiras naturalmente imunes a cupins, como peroba-de-campo, peroba-rosa, jacarandá, pau-ferro, braúna, gonçalo-alves, sucupira, copaíba, orelha-de-moça, roxinho e maçaranduba;

·        Colocar malhas de 1,6 mm em portas e janelas, para evitar a entrada de cupins durante as revoadas;

·        Evitar estocagem inadequadas de madeiras e seus derivados, principalmente em locais úmidos;

·        Vistoriar periodicamente rodapés, forros, armários e outras estruturas de madeira, a fim de detectar qualquer infestação, através da presença de resíduos de pó, orifícios na superfície da madeira ou asas dos cupins;

·        Sempre que possível, usar estantes metálicas em bibliotecas e arquivos.

·        Retirar e destruir madeiras infestadas, queimando-as em locais adequados;

·        Retirar tocos de árvores (desde a raiz), para que estes não sejam focos para os cupins.

 



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