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Como afastar morcegos de forros, casas e árvores
Biologia, Espécies, Ecologia dos Morcegos






É permitido matar morcegos? Métodos físicos
e químicos, venenos empregados para matar morcegos.

 

É importante que você saiba que existe uma lei que protege os animais silvestres (como os morcegos). Desta forma, não é permitido matá-los. É um crime inafiançável. Somente órgãos competentes podem matar morcegos.

Das quase 150 espécies que ocorrem no Brasil, o vírus da raiva já foi isolado de 26 (Ministério da Saúde 1996), incluindo também morcegos de hábito alimentar frugívoro, nectarívoro, onívoro e insetívoro. Dentre essas espécies, as mais comuns são Phyllostomus hastatus, Glossophaga soricina, Carollia perspicillata, Artibeus lituratus, Molossus molossus e M. aterda. A transmissão dessa doença, por morcegos não hematófagos, a seres humanos e seus animais de estimação é rara e ocorre acidentalmente.

Morcegos insetívoros, sobretudo membros da Família Molossidae, são os que apresentam à maior frequência em diagnósticos positivos para a raiva e os que estão mais associados ao homem. Entretanto, cabe lembrar que um morcego que adquire raiva também adoece e morre, não sendo um transmissor passivo da doença.

O hematófago depois do cão é o segundo maior transmissor da raiva. Devido ao seu hábito alimentar, o contato diário com suas vítimas e a introdução da saliva nos ferimentos causados, o morcego hematófogo é considerado o mais eficiente transmissor de raiva para animais e seres humanos.

A ocorrência destes animais que podem transmitir raiva deve ser notificada aos órgãos competentes para que estes adotem as medidas cabíveis.

 


Métodos físicos e químicos, venenos empregados para matar morcegos.

 

Por muitos anos, a proteção contra os ataques e a destruição dos morcegos foi baseada em métodos físicos e químicos. Incluíam iluminação artificial e diversos tipos de telas para proteger o gado estabulado; uso de fumaça, fogo, dinamite, gases tóxicos e armas de fogo, para afugentar ou matar os morcegos em ocos de árvores, grutas e cavernas; redes manuais e de armar, para a coleta e eliminação dos hematófagos e, ainda, o uso de venenos. A estricnina tinha a vantagem de ser específico para o controle do vampiro e baseava-se no fato de que muitos morcegos voltam para se alimentar na ferida aberta na noite anterior. Tinha muitas limitações pelas dificuldades de manejo de um número elevado de animais e pelos riscos representados pelo veneno empregado.

Em 1972, surgiram dois novos métodos, desenvolvidos no México, para o controle de D. rotundus. Ambos foram baseados na sensibilidade da espécie à ação de anticoagulantes. O primeiro método, descrito por Linhart et al. (1972), inclui a aplicação tópica de uma pasta com anticoagulante (clorofacinona) em morcegos capturados com redes de armar, que em seguida são soltos. Ao retornarem aos refúgios, os vampiros contaminam outros exemplares da mesma espécie, decorrente do comportamento de asseio comunitário. O segundo método  é sistêmico e consiste na injeção intra-ruminal, em gado bovino, de outro anticoagulante, a difenadiona, que, em doses adequadas, mantém por três dias o efeito tóxico para os morcegos que se alimentam do animal injetado. Foi testado um terceiro anticoagulante, a Warfarina Técnica. Um dos procedimentos propostos consiste em aplicar diretamente o anticoagulante misturado com vaselina sobre a superfície dos abrigos, ou sobre as mordeduras recentes observadas no gado. Segue os mesmos princípios da aplicação de estricnina com a vantagem do anticoagulante representar menores riscos por sua baixa toxicidade para o homem. O uso da Warfarina por via intramuscular no gado bovino. Os testes realizados em condições de campo demonstram uma redução na incidência de mordeduras de até 96%.

Devido à grande dificuldade de manejo dos animais a vacinação tem sido indicada por muitos autores como método eficaz para prevenir ou controlar a doença.

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